sexta-feira, 12 de março de 2010

PLANEJAMENTO Anual 6° ANO

Plano de Ensino – Matemática: 6º ano

Plano de ensino anual


I- IDENTIFICAÇÃO

Centro Educacional Barreiros - CEB
6º ano
Matemática
Professores responsáveis: Michelsch João da Silva
André Borges Silva


II – JUSTIFICATIVA

A Matemática faz-se presente em diversas atividades realizadas pelas crianças e oferece aos homens em geral várias situações que possibilitam o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e a capacidade de resolver problemas. O ensino dessa disciplina pode potencializar essas capacidades, ampliando as possibilidades dos alunos de compreender e transformar a realidade.
Uma das finalidades do ensino de Matemática indica, como objetivo do ensino fundamental, levar o aluno a fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos do ponto de vista do conhecimento e estabelecer o maior número possível de relações entre eles, utilizando para isso o conhecimento matemático (aritmético, geométrico, métrico, algébrico, estatístico, combinatório, probabilístico); selecionar, organizar e produzir informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las criticamente;


III – OBJETIVOS

*Geral
Identificar os conhecimentos matemáticos como meios para compreender e transformar a realidade a sua volta, bem como estimular o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas, tornando o aluno apto para enfrentar os desafios das séries seguintes.

*Específicos
 resolver problemas;
 compreender conceitos e procedimentos matemáticos;
 desenvolver formas de raciocínio matemático;
 desenvolver capacidade relativa à investigações matemáticas;
 estabelecer relações entre a matemática e outras áreas do conhecimento;
 comunicar-se usando linguagem matemática;
 manter uma relação positiva com o aprendizado matemático;
 valorizar o conhecimento matemático;
 desenvolver atitudes de respeito em relação às opiniões alheias, de troca construtiva de idéias e da cooperação;
 iniciar uma educação tecnológica;
 resgatar a história da matemática como uma ferramenta que auxilia no processo ensino-aprendizagem;

IV – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

*1º trimestre

01 – Os números tem história
1.1 – Como o homem aprendeu a contar e calcular?
- sistema indo-arábico de numeração
1.2 – Sistema de numeração decimal
- organização dos algarismos do sistema decimal: classes e ordens

02 – Viver em grupos
2.1 – Noções de conjunto e elemento
2.2 – Representação de conjuntos
- conjunto finito
- conjunto infinito
- conjunto unitário e conjunto vazio
2.3 – Relação entre conjuntos
- relação de pertinência
- relação de inclusão
2.4 – Conjunto dos números naturais
2.5 – Números naturais na reta numérica
- aplicação prática da reta numérica
- construção de gráficos

03 – Números em nossa vida
3.1 – Operação com números naturais
- adição de números naturais
- subtração de números naturais
- multiplicação de números naturais
- divisão de números naturais
- situações-problemas envolvendo números naturais
3.2 – Expressões numéricas

04 – Medidas em nossa vida
4.1 – O que significa medir?
4.2 – Medidas de comprimento e de massa
- régua de conversão de medidas de comprimento
- régua de conversão de medidas de massa

05 – Organização e contagem
5.1 – Quantos são?
5.2 – Novas operações: potenciação e radiciação
- potenciação de números naturais
- expoente zero
- potências de expoente 1
- potências de expoente 0
- potências de base 0, 1, 10
- radiciação de números naturais
- representação gráfica da radiciação

*2º trimestre

06 – O X da questão
6.1 – Termo desconhecido
- representação simbólica
- cálculo de termo desconhecido
- resolução de problemas envolvendo termo desconhecido

07 – Vamos dividir?
7.1 – Divisibilidade
- divisores de um número
- critérios de divisibilidade
7.2 – Números primos de compostos
- decomposição em fatores primos (fatoração)
- máximo divisor comum
- números primos entre si
7.3 – Múltiplos
- mínimo múltiplo comum

08 – A parte do todo
8.1 – Uma parte – a fração
- leitura de frações
- frações equivalentes
- propriedade fundamental das frações
- fração irredutível
- comparação de frações
- fração de um número
- fração como quociente

09 – A partilha da herança
9.1 – A divisão dos camelos
9.2 – Adição e subtração de frações
- frações com denominadores iguais
- frações com denominadores diferentes
- números mistos
9.3 – Multiplicação de frações
- inverso de uma fração
9.4 – Divisão de frações
9.5 – Potenciação de frações
9.6 – Radiciação de frações


*3º trimestre


10 – Diferenças na representação dos números
10.1 – Números decimais
- representação decimal de fração decimal
- leitura de um número decimal
- transformações
- comparação de números decimais
10.2 – Adição e subtração de números decimais
10.3 – Multiplicação de números decimais
- multiplicação por potência de base 10
10.4 – Porcentagem
- porcentagem na forma decimal
- cálculo da porcentagem
- gráficos de setores
10.5 – Divisão de números decimais
- divisão por potência de base 10
- média aritmética
10.6 – Potenciação e radiciação dos números decimais


11 – Idéias geométricas
11.1 – Estudo da geometria
- ponto
- reta
- plano
- figuras geométricas planas e espaciais
11.2 – Geometria e ângulos
- como medir ângulos
- construção de ângulos
- classificação de ângulos
11.3 – Ângulos e polígonos
- classificação de polígonos
- bissetriz do ângulo
- perímetro dos polígonos
11.4 – Figuras planas
- triângulos ou triláteros
- quadriláteros
- circunferência e círculo

12 – Geometria na vida um engenheiro
12.1 – Medida de área
12.2 – Área de figuras geométricas planas
- área do quadrado
- área do retângulo
- área do paralelogramo
- área do triangulo
- área do trapézio
- área do losango


13 – Formas na vida...
13.1 – Sólidos geométricos
- prismas
- cubo
- paralelepípedo
- pirâmides
13.2 – Noções de volume
- volume do paralelepípedo
- volume do cubo

V – ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS

*Técnicas
 aulas expositiva e dialogada
 atendimentos e observações individuais e coletivas
 discussão de textos/artigos que resgatam a história da matemática
 utilização de material didático específico para determinadas aulas

*Recursos
 quadro e giz
 lousa digital
 artigos
 material impresso/xerocado
 cartolina/papel cartão, cola e tesoura
 Sala de informática/internet
 Apostila
 Projetos

VI – INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Os instrumentos de avaliação serão diversificados:
 observações e registros realizados pelo professor das várias interações com os alunos
 trabalhos do aluno durante o ano letivo, incluindo suas anotações no caderno
 trabalhos e atividades individuais e em grupo
 avaliação/prova escrita individual/dupla e com/sem pesquisa
 nota de participação

OBS:
- o critério utilizado para fechamento da média trimestral, pode sofrer variações a cada trimestre, portanto será registrado no diário de classe.
- aluno com média trimestral igual ou superior a 6,5 tem a prova de recuperação trimestral como atividade facultativa.
- aluno com média trimestral inferior a 6,5 terá a prova de recuperação trimestral como atividade obrigatória. Para estes, a nota da prova de recuperação sendo superior a nota do trimestre, sua média será feita através de média aritmética:
-Caso a nota da recuperação seja inferior a nota do trimestre, despreza-se a mesma.
- será aprovado o aluno que somar, ao final dos três trimestres, 19,5 ou mais pontos.
- Para alunos que não somarem os 19,5 pontos, será feito prova de 2ª época. Para ser aprovado, o aluno terá que obter média anual 5,0, ou seja, será feita uma média anual do aluno e, a partir desta, o mesmo terá que tirar pontos suficientes na prova de 2ª época para somar 10,0 pontos: .

São José, 22 de fevereiro de 2010. Professores Michelsch
André

Um comentário:

  1. Prezado Professor,

    Faço a divulgação destes livros sobre Pedagogia na expectativa de que algum lhe possa interessar. Agradecia que fizesse a divulgação pelos seus contactos. MUITO OBRIGADO.

    - 50 Técnicas de Avaliação Formativa, José Lopes & Helena Silva, Lidel, Edições Técnicas, Lda, 2012
    http://www.fca.pt/lidel_index2.html
    - O Professor faz a Diferença. Na aprendizagem dos alunos. Na realização escolar dos alunos. No sucesso dos alunos. José Lopes & Helena Silva, Lidel, Edições Técnicas, Lda, 2010
    http://www.fca.pt/lidel_index2.html
    - A aprendizagem cooperativa na sala de aula. Um guia prático para o professor. José Lopes & Helena Silva, Lidel, Edições Técnicas, Lda, 2009
    http://www.fca.pt/lidel_index2.html

    - Métodos de aprendizagem cooperativa para o jardim-de-infância (Educação Infantil). Um guia prático com actividades para os Educadores de Infância e para os Pais. José Lopes & Helena Silva, Areal Editores, 2008.
    http://www.wook.pt/ficha/metodos-de-aprendizagem-cooperativa-para-o-jardim-de-infancia/a/id/1430210
    Podem ser adquiridos na Livraria Saraiva - http://www.livrariasaraiva.com.br; zambonibooks@terra.com.br; Livraria Cultura: http://www.livrariacultura.com.br
    Com os melhores cumprimentos,
    José Lopes jlopes@utad.pt
    Professor associado de psicologia da educação e da aprendizagem
    Departamento de Educação e Psicologia
    Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Vila Real
    PORTUGAL

    Helena Silva helsilva@utad.pt
    Professora associada de metodologia de ensino das ciências
    Departamento de Educação e Psicologia
    Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Vila Real
    PORTUGAL

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